Uma noite que poderia abranger o surgimento do cinema e discutir um pouco a confusa ideia de que o cinema nasceu como documentário pelas mãos dos Lumierè enquanto a ficção surgiu através de Méliès. Essa discussão é sempre boa e abre as portas para se falar do cinema de atualidades, as gravações de cenas cotidianas, ditas “reais” porém sem uma narrativa que as costurem. O primeiro personagem – e falar “o primeiro” sempre é algo complicado, mas assim nos conta a história registrada nos livros – a fazer essa ligação narrativa foi o Flaherty. Através dele e dos métodos que trouxe para a produção de documentários é possível discutir e refletir sobre a “verdade” no cinema. O que envolve a produção de um documentário por trás das câmeras e daquilo que se transforma no produto final?
Nannok of the North, Robert Flaherty, 1922: (fragmento)
Primeiros filmes dos irmãos Lumierè, 1895: (fragmentos)
Viagem a Lua, Georges Méliès, 1902:
Por Ivanir Migotto (Boca)
Professor do Curso "è tutto vero" promovido pela Faculdade Cenecista.
Mestre em Ciências da Comunicação (UNISINOS). Graduado em Publicidade e Propaganda (UNISINOS) e Especialista em Cinema. Realiza trabalhos audiovisuais para a RBS TV.
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