quinta-feira, 21 de julho de 2011
Roberto Rossellini fala sobre o Cine Veritè
Considerado como realizador ou grande propagador do Neo-realismo italiano, Roberto Rossellini, fala sobre sua dificuldade em aceitar a reflexão e os questionamentos do Cinema Verdade francês, que vinha ganhando espaço nesta mesma época, 1964, principalmente através de Jean Rouch. Para Rossellini, discutir filosoficamente a existência da câmera, sua presença, a produção da verdade a partir da técnica de registro audiovisual, chega a ser uma infantilidade, ingenuidade dos produtores.
Ver este tipo de reação ao Cinema Verdade e suas condições, nos ajuda a perceber o tipo de impacto tais abordagens promoveram na época em que surgiram. Não é por acaso que ainda hoje, Flaherty, os irmãos Drew e o próprio Jean Rouch, se mantenham atuais; debruçando o olhar do cineasta sobre si mesmo, sua psiquê e sobre a possibilidade de afirmarmos a existência do filme documentário, ou da verdade produzida para a tela.
Abraços,
Felipe Gue Martini
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Da história do cinema à apresentação dos argumentos!
Buena gauchada!
Encerramos no sábado, 16 de julho, a nossa primeira semana do curso de extensão.Envolvidos desde quinta-feira, trocamos referências e forramos nossa bagagem com ótimos conteúdos que, logo mais, nos ajudarão contar a nossa história, o nosso documentário!
No sábado, foram apresentados os argumentos para votação. Dentre os oito em pauta, selecionaram-se três. Na próxima semana de aula, que se inicia na quinta-feira 21 de julho, os argumentos selecionados serão reapresentados, porém, com mais detalhes e profundidade.
Abaixo, seguem as fotos do nosso 'intensivão', no sábado.
terça-feira, 12 de julho de 2011
INSCRIÇÕES PRORROGADAS!
As inscrições para o curso foram prorrogadas! Vamos correr e fechar essa turma!
Divulgue esta idéia! Você pode se inscrever até amanhã, 12 de julho!
documentário Gigante de Ferro!
Não perca essa oportunidade. Venha você produzir!
Abraços,
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Shopping Bento é parceiro deste projeto!
A galera pode conferir, em exposição no Shopping Bento, as fotos do making of da produção do curso em 2010. Vale lembrar que para a edição de 2011 as vagas são limitadas, apenas 20.
As inscrições para o curso vão até o dia 08 de julho e podem ser realizadas através do site www.cnecbento.com.br.
Investimento: R$ 800,00 (1+3x).
Alunos da Faculdade Cenecista tem desconto e
pagam somente R$ 700,00, nas mesmas condições.
Compartilhe esta idéia, reúna a galera e venha produzir um documentário!
Abraços,
Galeria exclusiva!
Depoimentos "Gigante de Ferro" - PARTE III
Boca Migotto foi um dos ministrantes idealizadores do curso na edição 2010 e estará presente também na edição 2011. Confira aqui, no nosso último post sobre a concepção dos participantes da edição passada, o que diz Migotto.
"O curso tinha o objetivo de introduzir o fazer audiovisual a uma comunidade que carrega em si um história rica e diversificada e, ao nosso ver, dos professores idealizadores do curso, necessita resgatar, refletir e apreender essa sua história. Não sabiamos se o curso teria alunos suficientes para poder viabilizá-lo, pensamos o mesmo para 20 alunos e comunidade em geral, no fim, se inscreveram 12. Resolvemos viabilizar o curso mesmo assim e foi a melhor decisão que tomamos. Quem sabe o sucesso dessa primeira edição do curso se reflita em uma procura maior para uma possível segunda edição agora em 2011".
Depoimentos "Gigante de Ferro" - PARTE II
Dando continuidade, neste post veremos a palavra de Isaac Merlo.
"Confesso estar afortunado com tudo isso. Parece que não é verdade, porque iniciamos de uma experiência, do amadorismo para cair na programação da RBS TV. Meu sentimento sobre este trabalho posso dizer que é especial. Por ter conseguido convencer a todos sobre o argumento escolhido. Mais ainda, porque nem eu sabia que esses trilhos carregavam tamanho valor na história. Gigante de Ferro, a Ferrovia do Trigo, me proporcionou uma experiência maravilhosa de conhecimento, de novas situações, de barreiras que podem ser quebradas, enfim. Foram tantas coisas boas que aconteceram que fica até difícil citar. Todas as vezes que o documentário foi exibido na região, eu estive presente e posso afirmar que a reação do público foi vibrante. Duvidei disso no início, não pode ser. Foi suado, cansativo e bem feito, mas foi o primeiro. Por alguns instantes duvidei de mim mesmo. Me enganei, foi brilhante. Os moradores de Cotiporã, minha cidade, passam por mim e comentam muito, parabenizam, fazem perguntas... isso já basta, o reconhecimento. Por essas e outras, temos motivo de sobra para estarmos felizes com o sucesso de um trabalho bem realizado, de um grupo de alunos que mal se conheciam e apostaram tudo para tornar realidade o projeto do Curso de Audiovisual. Os professores então, cabiam a eles nos encorajar e mostrar o caminho. Agradeço a eles pela confiança e pelo empurrão, pois fomos longe, muito mais do que imaginávamos. E isso é apenas o começo, eu espero".